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Sem acordo contra secas, comunidades vão sofrer, avaliam especialistas

Inacreditável. Frustrante. Sabor amargo. Essas foram algumas das palavras usadas por organizações ambientais, representantes da sociedade civil e outros especialistas para avaliar os resultados da 17ª Conferência das Nações Unidas de…

Publicado em 30 de agosto de 2026 às 16:32 • Rádio Chega Mais
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Inacreditável. Frustrante. Sabor amargo. Essas foram algumas das palavras usadas por organizações ambientais, representantes da sociedade civil e outros especialistas para avaliar os resultados da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que terminou nesta sexta-feira (28) em Ulaanbaatar, capital da Mongólia. A principal decepção foi o novo adiamento do acordo global para enfrentar as secas e os impactos que isso trará sobre as comunidades. Notícias relacionadas: Afetada por disputas geopolíticas, COP17 termina com poucos avanços. Degelo e seca avançam sobre Ásia Central e pequenos países insulares. Degradação da terra e clima extremo ameaçam nômades na Mongólia. O especialista do Instituto Escolhas, Rafael Giovanelli, disse que os governos falharam ao jogar para a COP18, no Egito, novas discussões sobre o problema. "Isso deixa um sabor amargo, porque a COP…

Fonte: Agência Brasil. Consulte a publicação original para detalhes e eventuais atualizações.

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Agência Brasil